24/04/2026
Nota às Categorias da Fazenda
O cargo de Subsecretário da Receita existe. Mas, hoje, é como se não existisse.
Osvaldo ocupa formalmente a função, porém sua atuação é irrelevante. Não lidera, não articula, não representa. Não há entrega institucional, não há presença efetiva, não há compromisso com a Receita como órgão de Estado. Entre ter alguém no cargo e não ter ninguém, a diferença, na prática, é nenhuma.
Sua permanência se sustenta por conveniências e interesses restritos, voltados a grupos específicos, especialmente aos auditores comissionados e a apenas um dos cargos da Secretaria. Não há qualquer esforço real de construção coletiva ou de respeito às demais carreiras.
No discurso, fala para todos. Na prática, age para poucos — e sempre os mesmos.
As categorias precisam ter clareza: ele não nos representa. Nunca representou. E não representa porque não cumpre sequer o mínimo que se espera de quem ocupa um cargo dessa relevância.
É importante, também, que a nova Secretária de Fazenda saiba exatamente onde está pisando. Osvaldo permanece no cargo, mas não tem respaldo, não tem confiança e não tem legitimidade entre gestores, técnicos e analistas. Sua presença não agrega, não une e não constrói. Apenas ocupa espaço.
A realidade é simples e direta: ter um Subsecretário que não cuida da receita do Estado e preocupa-se em desenvolver a sua própria carreira em detrimento do interesse da coletividade (ou do cidadão mineiro), na prática, é um prejuízo social.
A DIRETORIA