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Pauta da Assembléia começa ser discutida.

No dia 7 de março a diretoria do SINFFAZ reuniu-se com o objetivo de  discutir a pauta para a próxima Assembléia da categoria, já marcada para dia 30 deste mês.
                  Inicialmente, foi proposta a realização das reuniões do Sinffaz nas mesmas datas das reuniões da Asseminas, com o intuito de reduzir gastos e facilitar a locomoção dos filiados e diretores.
Em seguida foram abordados assuntos de maior relevância para serem debatidos na Assembléia, como remuneração equânime e carreira única. As redefinições das funções da diretoria e pessoal administrativo também foram temas bastante discutidos, juntamente com a evasão dos servidores novos – devido à falta de interesse pelo cargo, fato atribuído ao baixo salário e falta de perspectivas na carreira. Como proposta para a solução dessa questão, foi sugerido um trabalho com os gestores para melhor reconhecimento da carreira, das funções desempenhadas, a importância da educação fiscal, possível através da divulgação da categoria.
Outra questão também muito discutida diz respeito à política salarial, onde é claro o desapontamento da categoria. O que foi apontado pelos colegas presentes é a necessidade de se apresentar uma proposta bem definida, organizada e definitiva para lutar por melhores salários. A contratação de uma consultoria sindical que acompanhe e oriente os gestores frente o governo também foi debatida, assim como uma ação política realizada ”nos bastidores” que desenvolva uma linha de estudo baseada em ações e objetivos fortes.
Alguns pontos foram enumerados para serem aprofundados na Assembléia:
1.            Discutir a questão salarial, piso (duas vezes maior que o atual), teto, a média salarial para funcionários com mais de 15 anos;
2.            Modos de mobilização;
3.            Carreira Única;
4.            Instalações físicas que garantam a segurança dos Servidores;
5.            Instruções por escrito, substituindo as verbalizadas quem não oferecem tanta legitimidade;
6.            A questão da cobrança do IPSEMG;
7.            Remuneração equânime e maior espaço para os técnicos nas decisões da Fazenda e na alta Administração;
8.            A  necessidade do Subsecretário da Receita não ser fiscal;
9.            Definir e regulamentar as atribuições, com acordo de trabalho e capacitação;
10.        Melhor preparação dos gestores para realizarem suas atribuições, através de cursos palestras e seminários.
 

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