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Banco Mundial aprova a gestão dos subprojetos do PCPR/MG

Mosse visitou, nessa segunda (11) e terça-feira (12), associações nos municípios de Curvelo, Couto de Magalhães de Minas e Inimutaba, onde conferiu de perto o desenvolvimento dos projetos e os benefícios que eles proporcionaram às comunidades e saiu bem impressionado com o andamento do projeto. “Esse empréstimo está “rodando” muito bem. Pelo lado da gestão, as associações estão alcançando os objetivos e seguindo corretamente as orientações do banco e dos técnicos do Idene (Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas )”, afirmou.
 
Nos distritos de São José das Pedras e Bananal, em Curvelo, o auditor do Banco Mundial pode perceber como a realidade da população local foi transformada com o subprojeto de abastecimento de água, que beneficiou 135 famílias. Segundo Maria Aparecida Costa Batista, presidente da Associação de São José das Pedras, “o projeto foi muito bem executado”. Opinião partilhada por José Eustáquio Barbosa, do distrito do Bananal: “melhorou cem por cento o acesso à água, o que foi muito bom para todos, já que não precisamos mais fazer longas caminhadas”, disse.
 
De acordo com João Alves da Fonseca Filho, secretário de Desenvolvimento Social do município de Curvelo, o projeto é essencial porque mobiliza forças da comunidade, do Governo do Estado e do Banco Mundial em prol de um objetivo comum: o bem estar social.
 
“Este projeto respeita a reivindicação da comunidade”, comentou Roberto Mosse, ao avaliar como positivas as intervenções das associações na administração dos recursos e na prestação de contas. O consultor leva, agora, ao Banco Mundial, um painel de como anda a gestão dos recursos destinados a desenvolver e melhorar a qualidade de vida das comunidades rurais em Minas. “Um painel positivo!”, concluiu.
 
Recriando o futuro nas comunidades
 
A cultura ganhou novo fôlego no município de Couto de Magalhães de Minas, onde os recursos do Banco Mundial foram investidos na compra de novos instrumentos para a banda da cidade, além da reforma do prédio da associação, com aquisição de cadeiras, mesas, ventiladores e reforma do forro.
 
Para João Bento Viana, presidente da Associação Corporação Musical Bom Jesus do Matozinhos, responsável pela banda, o projeto foi como uma “mina de ouro”. “Nós temos várias crianças querendo aprender a tocar um instrumento e agora tudo ficou mais fácil” disse. Atualmente, 62 crianças aprendem um instrumento na associação, que obteve recursos da ordem de R$ 26 mil, montante que beneficiou 43 familias.
 
 
“Foi algo incrível. Tínhamos dificuldade de conseguir o básico, como palhetas, por exemplo. Musica é cultura, mas sem apoio fica difícil”, disse Gilvan Santos, maestro da banda, que já vislumbra a possibilidade de levar os investimentos também aos alunos no município de Inhaí, onde também ministra aulas de musica. Para Nayra Isabela, clarinetista de apenas 14 anos, o investimento do banco só trouxe alegrias. “Entrei este ano, mas quero continuar e aprender sempre mais”, afirmou a aluna.
 
Para o consultor Roberto Mosse, que disse estar muito feliz com a conquista da banda, o mais importante agora é investir na sustentabilidade dos subprojetos. Ele, inclusive, citou a banda cubana Buena Vista Social Clube, que ganhou o mundo – e muito dinheiro, quando saiu em turnê por dois anos. “Vocês já deram o primeiro passo, agora é só se organizarem para ganhar o mundo” disse Mosse.
 
Desde que foi implantado, no ano de 2006, o PCPR recebeu US$ 35 milhões para fomentar projetos de assistência comunitária em 188 municípios, atendendo às mais variadas demandas na área rural.
 
Nas três cidades visitadas nesta missão, os recursos foram divididos de acordo com o numero de subprojetos. Curvelo e Inimutaba foram contempladas com US$ 191,891 mil, beneficiando 533 e 543 famílias, respectivamente; Couto de Magalhães de Minas recebeu recursos da ordem de US$ 159,909 mil, distribuídos para 320 familias.
 
Fonte: Minas Online
 

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